Registrar no nome de outra pessoa
Quem é titular manda no domínio. Se a parceria acabar, o endereço vai junto.
Registrar um domínio leva poucos minutos. Você escolhe o nome, confere se está livre, cria uma conta no registrador, paga a anuidade e aponta o endereço para o seu site. No Brasil, o .com.br é registrado direto no registro.br, sem intermediário.
A ordem importa. Quem começa pagando e só depois confere o nome costuma acabar com um endereço que ninguém lembra.
Prefira um nome curto, fácil de falar e ligado ao seu negócio. Evite hífen e número.
Consulte a disponibilidade antes de se apegar ao nome. Muitos já têm dono.
Para .com.br, direto no registro.br. Para .com, em um registrador credenciado.
Você precisa de CPF ou CNPJ para .com.br. Registre sempre no seu nome, nunca no de terceiro.
O domínio só passa a ser seu depois do pagamento confirmado. Deixe a renovação automática ligada.
Crie o registro DNS que a sua plataforma indicar. Sem isso o endereço não abre nada.
Este é o passo que mais gente pula e depois se arrepende. Antes de mandar imprimir cartão, criar perfil em rede social ou pintar a fachada, confirme que o domínio existe e é seu. Nome bom costuma já ter dono, e descobrir isso depois de já ter adotado a marca custa caro.
Use a consulta gratuita de domínio para checar na hora, direto na base oficial. Se o nome estiver ocupado em .com.br, a consulta mostra quais extensões continuam livres para o mesmo nome.
O registro é feito no registro.br, entidade responsável pelo domínio brasileiro. Você cria uma conta com CPF ou CNPJ, escolhe o nome e paga a anuidade. Como é o registro oficial, não há revendedor no meio nem margem embutida, e o painel de DNS já vem incluído.
Vale saber que existem várias extensões dentro do .br além do .com.br, algumas com regras próprias e voltadas a categorias específicas. Se o seu .com.br estiver ocupado, essas alternativas às vezes resolvem sem precisar mudar o nome do negócio.
O .com é registrado em registradores credenciados, que competem entre si em preço e em serviço. Não existe entidade única, então compare antes de escolher. Dois pontos merecem atenção: o valor de renovação, que costuma ser bem maior que o do primeiro ano, e se o painel de DNS está incluso ou é cobrado à parte.
O registro de domínio é público por natureza: existe um cadastro que liga o endereço a um responsável. Para .com.br você informa CPF ou CNPJ, nome, e-mail e telefone de contato. Mantenha esse e-mail sempre atualizado e acessível, porque é por ele que chegam os avisos de vencimento. Perder o domínio por aviso enviado a um e-mail antigo é mais comum do que deveria.
Quem é titular manda no domínio. Se a parceria acabar, o endereço vai junto.
Um boleto esquecido derruba o site, os e-mails e anos de autoridade no Google de uma vez.
Endereços enormes e cheios de hífen envelhecem mal e não cabem na boca de ninguém.
Registrar o domínio não coloca nada no ar: ele ainda precisa apontar para onde o site está. Isso é feito criando um registro DNS no painel do registrador, um campo só. Veja o passo a passo em como apontar o domínio para o site.
Se você ainda não tem o site, dá para resolver as duas coisas de uma vez: no SiteGrátis você descreve o negócio conversando com uma IA, o site fica pronto em minutos e o domínio que você registrou é conectado pelo painel. Veja como em site com domínio próprio e confira os planos e preços.
Domínios .com.br são registrados no registro.br, que é a entidade oficial responsável pelo .br. Você cria uma conta com CPF ou CNPJ, consulta se o nome está livre, faz o pedido e paga a anuidade. Não existe intermediário obrigatório, e registrar direto costuma ser mais barato do que por revendedor.
Não. Pessoa física registra um .com.br normalmente com CPF, e o processo é idêntico ao de empresa. O CNPJ só é exigido em algumas extensões específicas voltadas a categorias profissionais ou a tipos de organização. Para .com internacional não há exigência de documento brasileiro.
O nome fica reservado para você assim que o pedido é feito, e o registro se efetiva quando o pagamento é confirmado. Depois disso o domínio já é seu, mas ainda não abre site nenhum: falta apontar o DNS para onde o site está hospedado, e essa mudança leva de minutos a poucas horas para se espalhar.
Não, cada domínio é único e só pode ter um dono por vez. Se o nome que você quer já está registrado, as saídas são trocar a extensão, ajustar o nome ou tentar negociar a compra com o titular atual. Esperar o domínio vencer é arriscado: nomes bons costumam ser renovados ou capturados no instante em que ficam livres.
Sempre no seu nome ou no CNPJ da sua empresa, nunca no da agência, do desenvolvedor ou do sobrinho que está montando o site. Quem consta como titular controla o domínio: pode transferir, deixar vencer ou simplesmente sumir. Recuperar um endereço registrado por terceiro é demorado e nem sempre dá certo.
O domínio entra em um período em que o site sai do ar mas você ainda consegue pagar e recuperar. Passado esse prazo, ele volta a ficar disponível para qualquer pessoa registrar, e aí você perde o endereço, os e-mails ligados a ele e a autoridade que o site tinha acumulado no Google. Renovação automática resolve.
Descreva seu negócio para a IA e conecte o endereço que você acabou de registrar.